segunda-feira, 15 de agosto de 2016

            

 Cronica: A minha menina

 Dr. Francisco Chagas

Eram mais ou menos 10 horas da noite de terça-feira, 23-02-2010, estava eu sentado em torno de uma mesa juntamente com minha esposa Márcia, meu sogro João Souto Pereira e minha sogra Maria Leonor, no momento que olhei para aqueles jovens adolescentes, na faixa etária entre 13 e 17 anos, que conversavam alto e riam. Riam muito, o que demonstrava que estavam felizes. Como é bom ver jovens bem cuidados e tendo direcionamento seguro quanto ao futuro. Pensei em como seria bom se todas as crianças e adolescentes do mundo recebessem tratamento condigno que lhes proporcionasse um futuro melhor.     
   Minha filha, Maria Carolina de Camargo Chagas, estava comemorando seus 15 anos e aquela era sua festa. Foi uma comemoração simples. Como simples é nossa família e, por extensão, a aniversariante Maria Carolina. Não houve e nem nos permitiríamos ostentação. Fizemos o que estava ao nosso alcance, sem arroubos.               
   O mais importante é que entre os convidados, a maioria são amigos e amigas desde o jardim da infância do Instituto Americano de Lins, e pelas brincadeiras saudáveis entre eles se divertiram muito.
   Naquele instante em que os observava passou rapidamente um filme em minha mente. Lembrei-me de quando a Márcia me informou que estava grávida e a alegria que senti.
   Depois, acompanhamos dia-a-dia a gestação. Teve aqueles momentos em que coloquei o ouvido no ventre materno e ‘conversei’ com a ‘menininha’.
   O nascimento da Carol foi algo que também não tenho palavras para descrever, visto que a nossa ansiedade – minha e da mãe – em conhecer o bebê que viria era enorme. Quando ela chegou o nosso lar resplandeceu. Era só felicidade. E ela a cada dia nos surpreendia. Fez um, dois, três anos. E foi crescendo.
   Bem, a verdade é uma só. Naquele instante de meu olhar para os jovens, e em seguida para a minha filha Maria Carolina, percebi, de fato, que o tempo passou muito, mas muito rápido.
   Poxa!, ela já está no primeiro ano do segundo grau, do que se deduz que daqui a três anos a minha menina – ‘a nininha do papai’, como eu a chamava quando bebê – estará prestando vestibular para iniciar curso superior! Realmente é como cantou o Cazuza: O tempo não para!
   Quero agradecer aos pais dos amigos e amigas da Maria Carolina por autorizarem a presença de seus filhos na festa de aniversário de minha querida filha. Eles são extremamente educados, abrilhantaram e demonstraram carinho e amizade pela minha filha, que ficou muito feliz! Muito obrigado, mesmo!
   

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